Os riscos de queimaduras são grandes, mas prevenir é simples
A partir dos seis meses de vida a criança já esta preparada para participar das curtições do verão, aproveitando praia, sol e piscina. Mas os cuidados precisam ser redobrados com a pele dos pequenos. E a grande preocupação das mamães acaba tirando o direito dos bebês de curtirem o clima da estação."
Os filtros solares são obrigatórios, mas só podem ser usados em crianças após os seis meses de idade. Por isso a exposição solar precisa ser evitada antes dessa faixa etária", afirma Jorge Huberman, neonatologista e pediatra do Hospital Albert Einstein e do Instituto Saúde Plena. O mesmo vale para os repelentes. Em caso de brotoeja, muito comum no verão, uma ótima dica é colocar um pouco de maisena na água da banheira do bebê e usar pasta d'água após o banho.
Em vez de privar seu filho do sol, a melhor dica é dosar a exposição e tomar algumas medidas que restringem os acidentes. A seguir, você confere as dicas do pediatra para evitar os problemas mais comuns.Respeite os horários: A pele delicada dos pequenos não agüenta uma exposição tão forte dos raios de sol. Para evitar queimaduras, a primeira dica é curtir a praia ou piscina com o filhote somente antes das 10hs ou após as 16hs.Indispensável: O filtro solar para os pequenos é um item indispensável e precisa ser reaplicado regularmente.
No caso das crianças isso pode acontecer de 40 em 40 minutos ou toda vez que ela tiver contato com água. Não vale esquecer que o fator precisa ser no mínimo 15 e que existem protetores especiais para eles.Dormir no sol: Bateu aquele soninho no pequeno? Já para casa. Quando as crianças dormem expostas ao sol o perigo de queimaduras é enorme. A melhor opção é levar a criança para casa e só voltar quando ela estiver com o pique todo.De olho no relógio: Nada de passar a tarde toda com o filhote na praia ou na beira da piscina.
O máximo que uma criança pode ficar exposta ao sol é 30 minutos, (15 de frente e 15 de costas). E não vale esquecer dos horários certos.Proteção sempre: O sol está escondido e o dia nublado? Não se engane. A proteção precisa acontecer do mesmo jeito. Você pode até não perceber mais os raios de sol estão lá mesmo com o sol encoberto, então capriche e proteja o filhote.
Olha o chapéu: Chapéus ou bonés são essenciais para garantir proteção para os bebês. Mas não se engane, opte por um que cubra o rosto e o pescoço do filhote, caso contrário, a única diferença vai estar associada com o charme. Uma dica é provar alguns modelos antes de partir para exposição solar, escolha aquele não incomodou tanto o pequeno.
Aos poucos: Conforme o filhote vai crescendo, você pode aumentar o tempo de exposição solar, mas isso precisa acontecer aos poucos e sempre respeitando os horários em que a força dos raios solares são mais amenas.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Função da brincadeira no desenvolvimento infantil - parte 1
(segundo a pedagoga Márcia Maria Kaschttk )
O jogo e a brincadeira são as formas mais indicadas para lidar com a realidade, pois permitem ensaiar papéis, realizar infinitas simulações que partem da observação.
De acordo com Piaget, apud Rosa e Nisio (1998, p.39) "os jogos e as atividades lúdicas tornam o mais significativas à medida que a criança se desenvolve; com a livre manipulação de materiais variados, ela passa a reconstituir, reinventar as coisas, o que já exige uma adaptação mais completa. Essa adaptação só é possível a partir do momento em que ela própria evolui internamente, transformando essas atividades, que são o concreto da vida dela, em linguagem escrita, que é o abstrato".
É inegável que a "brincadeira" é a atividade primordial na infância. A situação lúdica que se instaura ganha caráter de "orientação", ou seja, de facilitação de tarefas objetivadas pelo professor, sem que se questione sobre a forma singular do jogo e sobre qual é realmente o objetivo deste.
A brincadeira é uma forma de a criança constituir-se como indivíduo, formulando e compartilhando significados.
Na perspectiva sociocultural, brincar traduz a forma como as crianças interpretam e assimilam o mundo, os objetos, a cultura, as relações e os afetos das pessoas. É uma maneira de conhecer o mundo adulto sem adentrá-Io realmente.
Brincar é uma forma de atividade social infantil, cujo aspecto imaginativo e diverso do significado cotidiano da vida fornece oportunidade educativa para as crianças.
"De acordo com Vygotsky, através do brinquedo, a criança aprende a atuar numa esfera cognitiva que depende de motivação interna... a criança poderá utilizar materiais que servirão para representar uma realidade ausente..." (Rego, 1996, p. 819).
Vale ressaltar que os valores podem ser internalizados pela criança por meio da brincadeira, na medida em que está em contato com os valores em sua vida diária.
Neste contexto, percebe-se nitidamente a importância das atividades lúdicas no processo de alfabetização.
À medida que a criança utiliza-se da brincadeira, do lúdico, ela interage com o outro, com o objeto e consigo mesma, desenvolvendo a linguagem, função esta que organiza todos os processos mentais da criança, dando forma ao pensamento.
É muito importante desenvolver no processo de alfabetização o fator linguagem, mesmo antes de passar para a escrita, que já é uma linguagem estruturada, pois a criança desenvolve seu potencial de criação imaginária e o lúdico tem com certeza um papel primordial nesse processo.
Jogar é um desafio e a incerteza diante do novo, do desconhecido, fez com que a sociedade definisse normas para os jogos já existentes, regulamentando-os.
Quando o educador faz uso do jogo com regras, este é formalizado de acordo com os objetivos que se pretende alcançar: estimular a cooperação, melhorar o desempenho, enfrentar a timidez, aprender algo definido etc.
Quando propomos um jogo, estamos penetrando numa zona desconhecida, pois ao jogar produzimos inevitavelmente algo novo, criamos regras, adaptamos as já existentes de acordo com a realidade, com os objetivos, com os sentimentos. Jogar é um desafio e a incerteza diante do novo, do desconhecido, fez com que a sociedade definisse normas para os jogos já existentes, regulamentando-os.
Por exemplo: quando há insegurança e um grupo necessita de apoio afetivo, pois teme reações desconhecidas, é natural a preferência ou sugestões por jogos bem definidos, com regras claras. E isso acontece com crianças pequenas, que, quando vão jogar com um adulto, sentem-se ameaçadas e costumam dizer: "mas tem que jogar do meu jeito". O brincar não tem regras, embora gradativamente se organize com o tempo e a experiência.
A brincadeira infantil traz em si as potencialidades que irão se desenvolver na vida adulta. Assim, a criança expressa seus impulsos, suas motivações, seus desejos, seus pensamentos com a criação espontânea a partir de recursos corporais, lingüísticos e simbólicos para a comunicação.
Nos jogos de faz-de-conta, a criança se identifica com os personagens, simulando novos acontecimentos, inventando papéis, imitando situações, relacionando fatos e reproduzindo os comportamentos dos adultos. Na tentativa de aprender a linguagem dos adultos, recorre ao jogo imaginário, imitando papéis sociais.
Repete frases com as inflexões dos pais, imita gestos característicos de educadoras, comporta-se como os ídolos que admira. Esse esforço para representar estimula a descoberta de um mundo de novos conhecimentos, principalmente no que diz respeito à linguagem, contribuindo para um vocabulário rico e uma assimilação crítica da realidade.
Quando abordamos a assimilação crítica da realidade, não podemos nos esquecer da televisão. Seria ela uma fonte geradora de jogos? Estaria a televisão fornecendo informações de maneira adequada?
O jogo e a brincadeira são as formas mais indicadas para lidar com a realidade, pois permitem ensaiar papéis, realizar infinitas simulações que partem da observação.
De acordo com Piaget, apud Rosa e Nisio (1998, p.39) "os jogos e as atividades lúdicas tornam o mais significativas à medida que a criança se desenvolve; com a livre manipulação de materiais variados, ela passa a reconstituir, reinventar as coisas, o que já exige uma adaptação mais completa. Essa adaptação só é possível a partir do momento em que ela própria evolui internamente, transformando essas atividades, que são o concreto da vida dela, em linguagem escrita, que é o abstrato".
É inegável que a "brincadeira" é a atividade primordial na infância. A situação lúdica que se instaura ganha caráter de "orientação", ou seja, de facilitação de tarefas objetivadas pelo professor, sem que se questione sobre a forma singular do jogo e sobre qual é realmente o objetivo deste.
A brincadeira é uma forma de a criança constituir-se como indivíduo, formulando e compartilhando significados.
Na perspectiva sociocultural, brincar traduz a forma como as crianças interpretam e assimilam o mundo, os objetos, a cultura, as relações e os afetos das pessoas. É uma maneira de conhecer o mundo adulto sem adentrá-Io realmente.
Brincar é uma forma de atividade social infantil, cujo aspecto imaginativo e diverso do significado cotidiano da vida fornece oportunidade educativa para as crianças.
"De acordo com Vygotsky, através do brinquedo, a criança aprende a atuar numa esfera cognitiva que depende de motivação interna... a criança poderá utilizar materiais que servirão para representar uma realidade ausente..." (Rego, 1996, p. 819).
Vale ressaltar que os valores podem ser internalizados pela criança por meio da brincadeira, na medida em que está em contato com os valores em sua vida diária.
Neste contexto, percebe-se nitidamente a importância das atividades lúdicas no processo de alfabetização.
À medida que a criança utiliza-se da brincadeira, do lúdico, ela interage com o outro, com o objeto e consigo mesma, desenvolvendo a linguagem, função esta que organiza todos os processos mentais da criança, dando forma ao pensamento.
É muito importante desenvolver no processo de alfabetização o fator linguagem, mesmo antes de passar para a escrita, que já é uma linguagem estruturada, pois a criança desenvolve seu potencial de criação imaginária e o lúdico tem com certeza um papel primordial nesse processo.
Jogar é um desafio e a incerteza diante do novo, do desconhecido, fez com que a sociedade definisse normas para os jogos já existentes, regulamentando-os.
Quando o educador faz uso do jogo com regras, este é formalizado de acordo com os objetivos que se pretende alcançar: estimular a cooperação, melhorar o desempenho, enfrentar a timidez, aprender algo definido etc.
Quando propomos um jogo, estamos penetrando numa zona desconhecida, pois ao jogar produzimos inevitavelmente algo novo, criamos regras, adaptamos as já existentes de acordo com a realidade, com os objetivos, com os sentimentos. Jogar é um desafio e a incerteza diante do novo, do desconhecido, fez com que a sociedade definisse normas para os jogos já existentes, regulamentando-os.
Por exemplo: quando há insegurança e um grupo necessita de apoio afetivo, pois teme reações desconhecidas, é natural a preferência ou sugestões por jogos bem definidos, com regras claras. E isso acontece com crianças pequenas, que, quando vão jogar com um adulto, sentem-se ameaçadas e costumam dizer: "mas tem que jogar do meu jeito". O brincar não tem regras, embora gradativamente se organize com o tempo e a experiência.
A brincadeira infantil traz em si as potencialidades que irão se desenvolver na vida adulta. Assim, a criança expressa seus impulsos, suas motivações, seus desejos, seus pensamentos com a criação espontânea a partir de recursos corporais, lingüísticos e simbólicos para a comunicação.
Nos jogos de faz-de-conta, a criança se identifica com os personagens, simulando novos acontecimentos, inventando papéis, imitando situações, relacionando fatos e reproduzindo os comportamentos dos adultos. Na tentativa de aprender a linguagem dos adultos, recorre ao jogo imaginário, imitando papéis sociais.
Repete frases com as inflexões dos pais, imita gestos característicos de educadoras, comporta-se como os ídolos que admira. Esse esforço para representar estimula a descoberta de um mundo de novos conhecimentos, principalmente no que diz respeito à linguagem, contribuindo para um vocabulário rico e uma assimilação crítica da realidade.
Quando abordamos a assimilação crítica da realidade, não podemos nos esquecer da televisão. Seria ela uma fonte geradora de jogos? Estaria a televisão fornecendo informações de maneira adequada?
A MENTE DE FRALDAS
DVD I
O Ciclo da Vida
0H00M - O tempo e a vida.
- O cérebro do bebé e a percepção do mundo.
- Diversas fases do desenvolvimento infantil.
0H07M - A capacidade de diferenciação de seres vivos e inanimados
- A aquisição e aperfeiçoamento da noção de tempo.
- A criança e o tempo psicológico.
0H12M - As alterações da imagem do corpo.
- A mente da criança de 5 anos.
- A auto-imagem da criança de 6 anos.
0H17M - A criança e o ciclo de vida – o nascimento e a morte.
- A criança de 8 anos e a experiência da morte.
0H23M - Fim
O Jogo da Mentira
0H00M - A criança e o jogo da mentira.
- A mentira e a vida social.
- A aprendizagem da arte da manipulação.
- A comunicação do bebé – a estratégia do choro.
- O desenvolvimento da linguagem infantil – a magia da palavra.
0H07M - A mentira e a imaginação de uma criança de 3 anos.
- Mentira e “teoria da mente”.
- A aprendizagem da mentira convincente.
- Idade e capacidade de logro.
0H15M - O imaginário da criança e a arte de enganar.
- A aprendizagem do último estádio da mentira.
- A criança e a mentira social – a mentira “piadosa”.
- A evolução da criança e a sua capacidade de mentira.
0H22M - Fim
Eles e Elas
0H00M - O comportamento dos rapazes e raparigas.
- A criança e a divisão do mundo em géneros.
- A percepção do mundo do bebé.
- A aquisição da noção de homem e mulher.
0H05M - A genética e o meio nos comportamentos masculinos e femininos.
- A identificação do sexo.
- Género e aparência física.
- A mente da criança de 3 anos – aparência física e realidade.
0H13M - O processo de descoberta das diferenças biológicas.
- O mundo de uma criança de 4 anos. O estereotipo do género.
- A descoberta das fronteiras do masculino e feminino.
- O processo de estruturação da identidade sexual.
- O imaginário de uma criança de 7 anos.
- A última etapa da aprendizagem do papel masculino e feminino.
0H19M - A mente de uma criança de 10 anos.
- O mundo masculino e feminino.
- A entrada na adolescência e a fronteira dos sexos.
0H23M - Fim
O Pensador
0H00M - A génese do pensamento infantil – aprender a pensar.
- A mente do bebé de 6 meses – a visão e a descoberta da causalidade.
- A mente de uma criança de 1 a 2 anos – da sensação à imaginação.
- O desenvolvimento da capacidade de expressão – os desenhos infantis
0H07M - A linguagem e o pensamento da criança de 3 anos.
- A memória e o processo de aprendizagem.
- A memória da criança e do adulto.
- Memória e pensamento.
0H12M - A compreensão do mundo – a estratégia do perguntar.
- A lógica do raciocínio infantil.
- A mente infantil antes e depois dos 5 anos.
- O aparecimento do pensamento lógico – do concreto ao abstracto.
0H18M - O cérebro da criança dos 8 anos.
- A mente de uma criança de 11 anos.
- O planeamento e a previsão do futuro.
0H23M - Fim
O Leitor de Pensamentos
0H00M - A relação social e a teoria da mente.
- A aquisição e desenvolvimento da capacidade de ler pensamentos.
- O bebé e a ausência de uma teoria da mente.
- Idade e auto-reconhecimento.
- A criança de 2 anos e a percepção do corpo.
0H06M - A mente da criança de 2 anos – a visão egocêntrica do mundo.
- O processo da descoberta dos sentimentos e dos pensamentos alheios.
- A mente de uma criança de 5 anos.
0H13M - A aprendizagem da interpretação do pensamento do outro estratégias de fingimento nos jogos infantis.
- Idade e desenvolvimento de uma teoria da mente.
- Ritmos e especificidades de aquisição de uma teoria da mente.
0H19M - A leitura de pensamentos e a relação social.
- A importância da aquisição da faculdade de leitura de pensamentos.
0H22M - Fim
A Independência
0H00M - A fragilidade de um bebé humano.
- O longo e duro caminho da independência humna.
- A emergência do sentimento do “eu” – o significado das birras.
- A autonomia da criança de 2 e 3 anos.
- A afirmação da independência do “eu” – a criança de 4 anos de idade
0H06M - O processo de formação da personalidade.
- A aprendizagem das regras sociais – a pedagogia dos jogos.
0H13M - A idade e a atitude face às regras e códigos comportamentais.
- O pensamento e a autonomia de uma criança de 8 anos.
- Explorando o mundo dos adultos.
- A experiência da vida em grupo.
0H17M - O crescimento da criança – a influência da família e amigos.
- Os comportamentos e a linguagem dos grupos juvenis.
- A insegurança e o egocentrismo do adolescente.
- Os desafios da transição para a vida adulta.
0H24M - Fim
Produção – TLC / Channel 4
Ano – 2001
Canal – Odisseia
Em Inglês, legendados e dobrados em Português.
O Ciclo da Vida
0H00M - O tempo e a vida.
- O cérebro do bebé e a percepção do mundo.
- Diversas fases do desenvolvimento infantil.
0H07M - A capacidade de diferenciação de seres vivos e inanimados
- A aquisição e aperfeiçoamento da noção de tempo.
- A criança e o tempo psicológico.
0H12M - As alterações da imagem do corpo.
- A mente da criança de 5 anos.
- A auto-imagem da criança de 6 anos.
0H17M - A criança e o ciclo de vida – o nascimento e a morte.
- A criança de 8 anos e a experiência da morte.
0H23M - Fim
O Jogo da Mentira
0H00M - A criança e o jogo da mentira.
- A mentira e a vida social.
- A aprendizagem da arte da manipulação.
- A comunicação do bebé – a estratégia do choro.
- O desenvolvimento da linguagem infantil – a magia da palavra.
0H07M - A mentira e a imaginação de uma criança de 3 anos.
- Mentira e “teoria da mente”.
- A aprendizagem da mentira convincente.
- Idade e capacidade de logro.
0H15M - O imaginário da criança e a arte de enganar.
- A aprendizagem do último estádio da mentira.
- A criança e a mentira social – a mentira “piadosa”.
- A evolução da criança e a sua capacidade de mentira.
0H22M - Fim
Eles e Elas
0H00M - O comportamento dos rapazes e raparigas.
- A criança e a divisão do mundo em géneros.
- A percepção do mundo do bebé.
- A aquisição da noção de homem e mulher.
0H05M - A genética e o meio nos comportamentos masculinos e femininos.
- A identificação do sexo.
- Género e aparência física.
- A mente da criança de 3 anos – aparência física e realidade.
0H13M - O processo de descoberta das diferenças biológicas.
- O mundo de uma criança de 4 anos. O estereotipo do género.
- A descoberta das fronteiras do masculino e feminino.
- O processo de estruturação da identidade sexual.
- O imaginário de uma criança de 7 anos.
- A última etapa da aprendizagem do papel masculino e feminino.
0H19M - A mente de uma criança de 10 anos.
- O mundo masculino e feminino.
- A entrada na adolescência e a fronteira dos sexos.
0H23M - Fim
O Pensador
0H00M - A génese do pensamento infantil – aprender a pensar.
- A mente do bebé de 6 meses – a visão e a descoberta da causalidade.
- A mente de uma criança de 1 a 2 anos – da sensação à imaginação.
- O desenvolvimento da capacidade de expressão – os desenhos infantis
0H07M - A linguagem e o pensamento da criança de 3 anos.
- A memória e o processo de aprendizagem.
- A memória da criança e do adulto.
- Memória e pensamento.
0H12M - A compreensão do mundo – a estratégia do perguntar.
- A lógica do raciocínio infantil.
- A mente infantil antes e depois dos 5 anos.
- O aparecimento do pensamento lógico – do concreto ao abstracto.
0H18M - O cérebro da criança dos 8 anos.
- A mente de uma criança de 11 anos.
- O planeamento e a previsão do futuro.
0H23M - Fim
O Leitor de Pensamentos
0H00M - A relação social e a teoria da mente.
- A aquisição e desenvolvimento da capacidade de ler pensamentos.
- O bebé e a ausência de uma teoria da mente.
- Idade e auto-reconhecimento.
- A criança de 2 anos e a percepção do corpo.
0H06M - A mente da criança de 2 anos – a visão egocêntrica do mundo.
- O processo da descoberta dos sentimentos e dos pensamentos alheios.
- A mente de uma criança de 5 anos.
0H13M - A aprendizagem da interpretação do pensamento do outro estratégias de fingimento nos jogos infantis.
- Idade e desenvolvimento de uma teoria da mente.
- Ritmos e especificidades de aquisição de uma teoria da mente.
0H19M - A leitura de pensamentos e a relação social.
- A importância da aquisição da faculdade de leitura de pensamentos.
0H22M - Fim
A Independência
0H00M - A fragilidade de um bebé humano.
- O longo e duro caminho da independência humna.
- A emergência do sentimento do “eu” – o significado das birras.
- A autonomia da criança de 2 e 3 anos.
- A afirmação da independência do “eu” – a criança de 4 anos de idade
0H06M - O processo de formação da personalidade.
- A aprendizagem das regras sociais – a pedagogia dos jogos.
0H13M - A idade e a atitude face às regras e códigos comportamentais.
- O pensamento e a autonomia de uma criança de 8 anos.
- Explorando o mundo dos adultos.
- A experiência da vida em grupo.
0H17M - O crescimento da criança – a influência da família e amigos.
- Os comportamentos e a linguagem dos grupos juvenis.
- A insegurança e o egocentrismo do adolescente.
- Os desafios da transição para a vida adulta.
0H24M - Fim
Produção – TLC / Channel 4
Ano – 2001
Canal – Odisseia
Em Inglês, legendados e dobrados em Português.
A Escola e a diversidade Étnica
A baixo, segue o linck para baixar um pdf sobre:
A Escola e a diversidade Étnica
"A Escola e a Diversidade Étnica e Cultural"
Catarina Eufémia Ferreira da Rocha
Dissertação de Mestrado
Orientação de Professor Doutor Félix Neto
Porto, 2006
Dissertação apresentada à Universidade Aberta, no âmbito do Mestrado em Relações Interculturais, sob a orientação de Professor Doutor Félix Fernando Monteiro Neto
“Para que a criança possa assimilar a cultura da escola, é necessário que a escola consiga assimilar a cultura da criança.”
B. Bernestein
(in Diálogo Entreculturas, n.º 18, 1996:2)
A Escola e a diversidade Étnica
"A Escola e a Diversidade Étnica e Cultural"
Catarina Eufémia Ferreira da Rocha
Dissertação de Mestrado
Orientação de Professor Doutor Félix Neto
Porto, 2006
Dissertação apresentada à Universidade Aberta, no âmbito do Mestrado em Relações Interculturais, sob a orientação de Professor Doutor Félix Fernando Monteiro Neto
“Para que a criança possa assimilar a cultura da escola, é necessário que a escola consiga assimilar a cultura da criança.”
B. Bernestein
(in Diálogo Entreculturas, n.º 18, 1996:2)
A Verdade sobre a Mentira
Os miudos, a partir de uma certa altura, têm tendência para mentir em demasia. Soltam pequenas mentiras, mas isso não significa que possam vir a ser mentirosos compulsivos no futuro. As crianças têm necessidade de imaginar uma quantidade infindável de coisas, a partir de pequenos acontecimentos do dia a dia ou a partir daquilo que vêm na televisão. A sua mente é de tal ordem variada que atingem facilmente o limiar da imaginação em poucos instantes. Por isso, e confrontados com o mundo do faz de conta e das brincadeiras, as crianças idealizam coisas e mentem com demasiada facilidade.
O facto de as crianças mentirem tem a ver com a questão que elas ainda não terem aprendido o verdadeiro sinónimo da palavra verdade. Os dias são passados a brincar e elas julgam que tudo na vida é um conto, e que têm liberdade para imaginar o que bem lhes apetecer. Assim, a imaginação leva ao faz de conta e este à mentira. Habitualmente, são mentiras que não têm grande maldade por trás ou que, pelo menos, não prejudicam gravemente ninguém, mas é importante começar a transmitir aos mais novos a autenticidade da verdade.
Os pais reagem de maneiras diferentes às mentiras das crianças: uns, acham muita piada às mentiras, embora outros tenham logo tendência para achar que os filhos vão ser no futuro uns mentirosos por excelência. O caso não é para ignorar, como também não é para entrar em pânico. Os pais precisam de explicar aos filhos que não é correcto mentir, mas devem fazê-lo de maneira moderada e entendível por eles. Começar numa gritaria com eles ou desatar a rir à gargalhada não é a melhor opção, e muito menos conseguirá resolver o caso.
Mais tarde, quando as crianças já são mais velhinhas, se constatar que continuam a mentir isso é um sinal óbvio que se estão a sentir inseguras, e que necessitam de mentir para se refugiarem no seu mundo. Só aqui e, através da mentira, as crianças se sentem protegidas e seguras. As crianças, em muitos casos, mentem para no momento seguir dizerem a verdade.
Nesta fase, não mostre qualquer tipo de ressentimento ou fúria porque senão, para a próxima vez, o seu filho já nem recuará com a sua palavra e continuará a mentir até ao fim. Mostre-lhe que ele não tem motivo para mentir, pois os pais não estão zangados. Com o passar do tempo, a criança começa a ganhar confiança em si mesma e nos pais, mas só depois de ter interiorizado o conceito de verdade e perceber que mentir não é correcto.
Não julgue que só o seu filho mente, pois todas as crianças têm tendência a fazê-lo e nenhuma delas é completamente verdadeira. Esta é uma fase que com a devida atenção e acompanhamento passará brevemente. Aliás, as crianças não mentem apenas aos pais, como também aos amiguinhos. É comum vê-los contar proezas impensáveis uns aos outros, mas são coisas que em nada prejudicam os restantes e que apenas servem para eles se sentirem melhores e mais importantes, quase como gente grande.
Se ontem o seu filho lhe disse que não foi ele que partiu aquele copo, acredite que foi! Mas essa mentira tem apenas a ver com o receio dele em relação à sua pessoa, bem como a necessidade que tem em criar o seu próprio mundo, real e perfeito à sua maneira. Explique-lhe pormenorizadamente as coisas, sem gritos e sem gargalhadas exageradas, para que ele não julgue que está muito irritado ou que aquela conversa é apenas uma brincadeira. Conversar é, sem dúvida, o melhor remédio.
fonte: A B C do bebê
O facto de as crianças mentirem tem a ver com a questão que elas ainda não terem aprendido o verdadeiro sinónimo da palavra verdade. Os dias são passados a brincar e elas julgam que tudo na vida é um conto, e que têm liberdade para imaginar o que bem lhes apetecer. Assim, a imaginação leva ao faz de conta e este à mentira. Habitualmente, são mentiras que não têm grande maldade por trás ou que, pelo menos, não prejudicam gravemente ninguém, mas é importante começar a transmitir aos mais novos a autenticidade da verdade.
Os pais reagem de maneiras diferentes às mentiras das crianças: uns, acham muita piada às mentiras, embora outros tenham logo tendência para achar que os filhos vão ser no futuro uns mentirosos por excelência. O caso não é para ignorar, como também não é para entrar em pânico. Os pais precisam de explicar aos filhos que não é correcto mentir, mas devem fazê-lo de maneira moderada e entendível por eles. Começar numa gritaria com eles ou desatar a rir à gargalhada não é a melhor opção, e muito menos conseguirá resolver o caso.
Mais tarde, quando as crianças já são mais velhinhas, se constatar que continuam a mentir isso é um sinal óbvio que se estão a sentir inseguras, e que necessitam de mentir para se refugiarem no seu mundo. Só aqui e, através da mentira, as crianças se sentem protegidas e seguras. As crianças, em muitos casos, mentem para no momento seguir dizerem a verdade.
Nesta fase, não mostre qualquer tipo de ressentimento ou fúria porque senão, para a próxima vez, o seu filho já nem recuará com a sua palavra e continuará a mentir até ao fim. Mostre-lhe que ele não tem motivo para mentir, pois os pais não estão zangados. Com o passar do tempo, a criança começa a ganhar confiança em si mesma e nos pais, mas só depois de ter interiorizado o conceito de verdade e perceber que mentir não é correcto.
Não julgue que só o seu filho mente, pois todas as crianças têm tendência a fazê-lo e nenhuma delas é completamente verdadeira. Esta é uma fase que com a devida atenção e acompanhamento passará brevemente. Aliás, as crianças não mentem apenas aos pais, como também aos amiguinhos. É comum vê-los contar proezas impensáveis uns aos outros, mas são coisas que em nada prejudicam os restantes e que apenas servem para eles se sentirem melhores e mais importantes, quase como gente grande.
Se ontem o seu filho lhe disse que não foi ele que partiu aquele copo, acredite que foi! Mas essa mentira tem apenas a ver com o receio dele em relação à sua pessoa, bem como a necessidade que tem em criar o seu próprio mundo, real e perfeito à sua maneira. Explique-lhe pormenorizadamente as coisas, sem gritos e sem gargalhadas exageradas, para que ele não julgue que está muito irritado ou que aquela conversa é apenas uma brincadeira. Conversar é, sem dúvida, o melhor remédio.
fonte: A B C do bebê
A Bruxinha e o Dragão
Menina recebe a visita de um dragão que quer transformá-la em uma poderosa bruxa
A bruxa Surulunda, a maior de todo o universo, já se sente velha e vê que chega o momento de se aposentar. Porém, para isso ela precisa de uma substituta a sua altura. Assim, ela pede ajuda a seu fiel dragão, Hector, para que ele encontre alguém que tenha as qualidades necessárias para receber seus poderes. Logo, o pequeno dragão verde encontra Lilli, uma menina inteligente e sempre animada.
Hector percebe que aquela garota pode ter as qualidades para ser a maior bruxa do mundo, mas ela primeiro precisa provar que é capaz. Assim, ele dá a ela a missão de cuidar de um poderoso livro de feitiços. Sabendo disso, o atrapalhado vilão Hieronymus decide roubar o objeto e usá-lo para construir uma máquina de dominação do mundo. Agora, para provar que pode substituir Surulunda, Lilli terá que se livrar do malfeitor.
O filme alemão A Bruxinha e o Dragão é dirigido por Stefan Ruzowitzky, o mesmo de Os Falsários, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2008. O filme é baseado na série de livros infanto-juvenis de Knister. Já está previsto para a segunda parte da série estrear nos cinemas em 2011, desta vez com a direção do sueco Harald Sicheritz.
A bruxa Surulunda, a maior de todo o universo, já se sente velha e vê que chega o momento de se aposentar. Porém, para isso ela precisa de uma substituta a sua altura. Assim, ela pede ajuda a seu fiel dragão, Hector, para que ele encontre alguém que tenha as qualidades necessárias para receber seus poderes. Logo, o pequeno dragão verde encontra Lilli, uma menina inteligente e sempre animada.
Hector percebe que aquela garota pode ter as qualidades para ser a maior bruxa do mundo, mas ela primeiro precisa provar que é capaz. Assim, ele dá a ela a missão de cuidar de um poderoso livro de feitiços. Sabendo disso, o atrapalhado vilão Hieronymus decide roubar o objeto e usá-lo para construir uma máquina de dominação do mundo. Agora, para provar que pode substituir Surulunda, Lilli terá que se livrar do malfeitor.
O filme alemão A Bruxinha e o Dragão é dirigido por Stefan Ruzowitzky, o mesmo de Os Falsários, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2008. O filme é baseado na série de livros infanto-juvenis de Knister. Já está previsto para a segunda parte da série estrear nos cinemas em 2011, desta vez com a direção do sueco Harald Sicheritz.
O Fada do Dente
Jogador hóquei vai ter que trabalhar uma semana como fada do dente como punição por não acreditar em fantasia
Há muito tempo que o jogador de hockey Derek Thompson não acredita em contos de fadas. Sempre violento em suas jogadas, ele costuma fazer seus adversários perderem os dentes, o que deu a ele o apelido de O Fada do Dente. Apesar do nome, porém, ele não se incomoda em tentar acabar com os sonhos de Tess, uma menina de 6 anos, que aguarda a visita da verdadeira fada após perder um dente de leite.Por seu mau comportamento, no entanto, Derek é condenado por uma corte especial a se tornar uma verdadeira fada do dente.
Com asas e poderes mágicos, ele terá que aprender a acreditar nas fantasias e recolher os dentes das crianças. Para não cometer nenhum erro, o jogador será observado pela rigorosa fada Lilly.Protagonizado pelo ex-lutador Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, a comédia O Fada do Dente foi planejada em 1992. Na época, os responsáveis cogitavam a hipótese de colocar o atual governador da California, Arnold Schwarzenegger, interpretando Derek. No original, o personagem seria um oficial da marinha, que deveria substituir seu pai no papel de fada do dente. O longa é dirigido por Michael Lembeck, de Meu Papai é Noel 2 e 3.
Há muito tempo que o jogador de hockey Derek Thompson não acredita em contos de fadas. Sempre violento em suas jogadas, ele costuma fazer seus adversários perderem os dentes, o que deu a ele o apelido de O Fada do Dente. Apesar do nome, porém, ele não se incomoda em tentar acabar com os sonhos de Tess, uma menina de 6 anos, que aguarda a visita da verdadeira fada após perder um dente de leite.Por seu mau comportamento, no entanto, Derek é condenado por uma corte especial a se tornar uma verdadeira fada do dente.
Com asas e poderes mágicos, ele terá que aprender a acreditar nas fantasias e recolher os dentes das crianças. Para não cometer nenhum erro, o jogador será observado pela rigorosa fada Lilly.Protagonizado pelo ex-lutador Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, a comédia O Fada do Dente foi planejada em 1992. Na época, os responsáveis cogitavam a hipótese de colocar o atual governador da California, Arnold Schwarzenegger, interpretando Derek. No original, o personagem seria um oficial da marinha, que deveria substituir seu pai no papel de fada do dente. O longa é dirigido por Michael Lembeck, de Meu Papai é Noel 2 e 3.
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